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O Plano de Gestão de Logística Sustentável da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, doravante denominado PLS UFTM, atende ao art. 16 do Decreto nº 7.746, de 5 de junho de 2012, que prevê a elaboração e implementação dos PLS, visando a promover o desenvolvimento nacional sustentável nas contratações realizadas pela Administração Pública Federal.

As regras para elaboração dos PLS foram instituídas pela Instrução Normativa SLTI/MPOG nº 10, de 12 de novembro de 2012, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Na referida Instrução Normativa os PLS são definidos como “ferramentas de planejamento com objetivos e responsabilidades definidas, ações, metas, prazos de execução e mecanismos de monitoramento e avaliação, que permite ao órgão estabelecer práticas de sustentabilidade e racionalização de gastos e processos na Administração Pública”.

O PLS UFTM está em fase de preparação e diagnóstico, etapas que precedem a elaboração do plano. Após o diagnóstico inicial, serão estabelecidas diretrizes e um conjunto de programas para a inserção de atributos de sustentabilidade na gestão da logística, visando à melhoria da qualidade de vida dos servidores, à redução de possíveis impactos negativos decorrentes de ações da UFTM, bem como à potencialização dos impactos positivos.
Conforme o artigo 5º da IN nº 10/2012, os PLS deverão conter, no mínimo:

I – atualização do inventário de bens e materiais do órgão ou entidade e identificação de similares de menor impacto ambiental para substituição;
II – práticas de sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços;
III – responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação do plano; e
IV – ações de divulgação, conscientização e capacitação.

As práticas de sustentabilidade e racionalização do uso de materiais e serviços, citadas no item II, deverão abranger, no mínimo, os seguintes temas:

    material de consumo compreendendo, pelo menos, papel para impressão, copos descartáveis e cartuchos para impressão;
    energia elétrica;
    água e esgoto;
    coleta seletiva;
    qualidade de vida no ambiente de trabalho;
    compras e contratações sustentáveis, compreendendo, pelo menos, obras, equipamentos, serviços de vigilância, de limpeza, de telefonia, de processamento de dados, de apoio administrativo e de manutenção predial;
    deslocamento de pessoal, considerando todos os meios de transporte, com foco na redução de gastos e de emissões de substâncias poluentes.

Para cada um dos temas acima citados, deverão ser criados Planos de Ação, assim estruturados:

1.Objetivo do Plano de Ação;
2.Detalhamento de implementação das ações;
3.Unidades e áreas envolvidas pela implementação de cada ação e respectivos responsáveis;
4.Metas a serem alcançadas para cada ação;
5.Cronograma de implantação das ações; e
6.Previsão de recursos financeiros, humanos, instrumentais, entre outros, necessários para a implementação das ações.

Nesse sentido, o resultado de todo esse processo deve ser a metodização da inserção da dimensão ambiental na tomada de decisão local, considerando a realidade de cada setor e explorando suas potencialidades. Como valioso instrumento de fomento à inovação, transparência e acesso à informação, o PLS vai ao encontro das necessidades atuais de revisão dos padrões de produção e consumos para modelos mais sustentáveis.

Acesso à pagina do Programa Gerações Sustentáveis

 

 



 

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